terça-feira, 30 de agosto de 2011

Teste de Carisma


Sabiam que há pessoas que são tão carismáticas que só a expressão delas pode influenciar outras?

No livro A chave do Sucesso fala-se do trabalho interessante de Howard Friedman e do teste de carisma (Affective Communication Test (ACT), que desenvolveu para avaliar o grau de carisma de cada pessoa.

Fiquei com curiosidade e fiz um dos testes (não o de Howard Friedman) que encontrei na Internet.

Experimentem!


http://editora.globo.com/marieclaire/testes/108/carisma.htm

Qual foi a vossa pontuação?



Blink!




Continuo na saga de Malcolm Gladwell e estou a adorar. Terminei o Blink! E já comecei A Chave do Sucesso.
Uma das coisas que mais me fascina num livro, é quando me aguça a curiosidade para ir efectuar pesquisas sobre alguns dos temas abordados. E Blink! Já me está a dar que fazer. Já encomendei dois livros novos para conhecer um pouco mais do trabalho de Paul Ekman, por exemplo.

Este livro fala-nos das nossas primeiras impressões, dos estudos de mercado, dos peritos, das tomadas de decisão e muito mais. Curiosamente, em algumas situações, estar na posse de muita informação, pode influenciar de modo negativo uma tomada de decisão.

Recomendo este autor, os seus livros proporcionam uma viagem fascinante, por mundos nunca antes explorados ; )

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Livros: O meu TOP

 

Tentei reunir a lista dos livros que mais gostei, espero não me ter esquecido de nenhum.




2666 - Roberto Bolano
A Herança do Vazio – Kiran Desai
A Idade da Razão – Jean-Paul Sartre
A Imortalidade – Milan Kundera
A Lei do Amor – Laura Esquível
A Profecia Celestina –  James Redfield
A Realidade é Real? - Paul Watzlawick
A Saga de um Pensador – Augusto Cury
A Sombra do Vento – Carlos Ruiz Zafón
Amor de Perdição – Camilo Castelo Branco
Amor nos Tempos de Cólera – Gabriel García Márquez
As Brumas de Avalon – Marion Zimmer Bradley
As Memórias do Livro – Geraldine Brooks
As Suspeitas do Senhor Whicher – Kate Summerscale
Cem Anos de Solidão – Gabriel García Márquez
Cisnes Selvagens – Jung Chang
Crime e Castigo – Fiódor Dostoievski
Fúria Divina – José Rodrigues dos Santos
Harry Potter – J. K. Rowling
Kafka à Beira-Mar – Haruki Murakami
Nada de Novo no Expresso do Oriente - Magnus Mills
O Alquimista – Paulo Coelho
O Código de Da Vinci – Dan Brown
O Erro de Descartes – António Damásio
O Estrangeiro - Albert Camus
O Jogador – Fiódor Dostoievski
O Livreiro de Cabul – Asne Seierstad
O Livro dos Segredos – Deepak Chopra
O Perfume – Patrick Süskind
O Principezinho – Antoine de Saint-Exupéry
O Senhor dos Anéis – J. R. R. Tolkien
O Tigre Branco – Aravind Adiga
O Velho e o Mar – Ernest Hemingway
O Velho que Lia Romances de Amor – Luis Sepúlveda
Outliers – Malcolm Gladwell
Sétimo Selo – José Rodrigues dos Santos
Sidarta – Herman Hesse
Uma Barragem contra o Pacifico – Marguerite Duras
Viagem ao Centro da Terra – Júlio Verne
Vinte Mil Léguas Submarinas – Júlio Verne
Viver todos os dias Cansa – Pedro Paixão






sexta-feira, 5 de agosto de 2011

O prazer e a importância da leitura

Uma das descobertas mais significativas no meu percurso, foi descobrir o prazer e a importância da leitura. Penso que teria 15/16 anos, (já não me recordo ao certo), quando me apaixonei pela primeira vez pela leitura com o livro, O Perfume de Patrick Süskind. Nessa altura percebi que a minha, anterior, falta de interesse na leitura se tinha devido ao facto, de não ter encontrado “os livros certos”.

Costuma-se dizer que nenhum homem é uma ilha, mas a verdade é que estamos a sós connosco mesmos, nos nossos pensamentos, nas nossas emoções, na nossa vivencia interior. Nem sempre encontramos à nossa volta quem nos responda às nossas questões mais prementes, quem tenha os mesmos tipos de interesses. Com a leitura, descobri que não estava só, que pelo menos aquele autor, aquela personagem, sentia e pensava como eu.

A partir desse momento, comecei a explorar as livrarias, até encontrar o livro “certo”, aquele que teria de chegar até mim naquele momento. Lia durante toda a noite até terminar o livro, muitas vezes até amanhecer.

Um bom livro é como uma janela para um novo universo, permite uma exuberante viagem pelo nosso mundo interior, sem sair do lugar. Quem gosta de ler, sabe exactamente do que estou a falar ; )

Não me recordo de todo o enredo dos livros que já li, ou seja, de todos os detalhes, mas recordo o que aprendi com cada um deles. Passaram a fazer parte de mim e daquilo que sou hoje.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

2666




Apesar de este livro ter tido uma super promoção, chegou até mim por acaso, numa tarde de churrasco na casa de uns amigos. Comecei por desfolhar e quando dei por mim, já não queria parar.  Comprei o livro e li-o de uma ponta à outra.

Foi com grande espanto que vim a saber que 2666 constava na categoria dos bons livros, que apenas servem para decorar as estantes dos leitores, tal como Ulisses de James Joyce. Colocadas as coisas desta maneira, a minha curiosidade aguçou-se para me aventurar nas páginas de Ulisses (que ninguém lê, mas anda esgotado).

Posso garantir que não dói nada ler um livro de 1008 páginas, o único inconveniente é carrega-lo, dado o seu volume.



Cisnes Selvagens




Cisnes Selvagens – Três filhas da China é a história da China do século XX, contada na primeira pessoa, utilizando as vidas da autora, Jung Chang, e das suas mãe e avó.

Desde a guerra civil ao comunismo de Mao, é um relato impressionante de uma realidade que nos é totalmente desconhecida.

O livro chocou-me em vários momentos, há relatos incríveis. Depois de ter terminado o livro o que me ocorreu é: “existe um inferno na terra (não noutro lugar qualquer), esse inferno localiza-se na China.

Como este livro termina em 1991 (se não estou em erro) o que mais me deixa curiosa é saber como é a China nos dias de hoje. Talvez venha a descobrir, num próximo livro; )

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Outliers, de Malcolm Gladwell




Aquilo que mais me fascina num livro, para além de tudo o que aprendemos, é também o momento mágico em que surge uma ponte entre o que já intuíamos e factos comprovados.

Lembro-me, desde sempre, de pensar no facto de ser preciso ter visão para alcançar boas oportunidades na vida e de como me sentia desfavorecida dessa “visão”. Pensava na geração anterior, que andava descalça mas que estudava e que conseguiram, a custo da sua determinação, alcançar boas metas.
O que este livro nos mostra, é que não basta o nosso esforço/empenho pessoal, há uma série de factores que podem facilitar, ou não, o nosso sucesso a vários níveis. O caso mais flagrante é o de Chris Langan.

Ainda não terminei de ler o livro, possivelmente terei muitas mais considerações a fazer no final mas, para já, para quem quiser ler um bom livro, aconselho ; )